Tem gente que dança para aparecer.
E tem gente que dança para voltar a existir.
Amanda Sophia é carioca da Zona Norte e carrega uma história que começa cedo: aos 5 anos, ela encontrou na dança um lugar de descoberta — “um mundo maior do que tudo ao redor”. Só que a vida, às vezes, interrompe o que a gente ama. E a Amanda precisou parar.
O que poderia ter sido um fim virou, na verdade, uma certeza silenciosa: a dança era a escolha dela.
Uma História Feita de Recomeços
A Amanda não fala sobre a dança como um enfeite. Ela fala como quem vive isso de verdade: com pausa, com retorno, com adaptação, com maturidade. Ela voltou aos 12 anos com mais coragem e com uma vontade clara de não desistir. E desde então, a dança virou esse lugar de recomeçar por dentro — de transformar dor em beleza e seguir mesmo quando o corpo pede calma.
É por isso que a presença dela chama atenção: não é só técnica. É vivência.
Uma Artista de Corpo Amplo (e olhar inquieto)
A Amanda tem uma trajetória construída com repertório. Ela passou por formação técnica e trilhou caminhos diferentes dentro da dança, buscando entender o que combina com o corpo dela, com a personalidade dela e com o que ela quer dizer como artista.
Tem uma frase que ela carrega como guia (e que diz muito sobre quem ela é): mais importante do que como alguém se move… é o que move.
E é exatamente essa pergunta que ela traz para o Evidence Lovers: o que me faz mover agora?
Comunidade, Superação e um Jeito Diferente de Enxergar a Dança.
Em conversa com a Carol, a Amanda deixou uma coisa muito marcada: para ela, dança é comunidade e superação. É o lugar onde as pessoas podem se encontrar de um jeito mais verdadeiro.
E ao mesmo tempo, ela não romantiza o meio. Ela reconhece que existe um lado difícil, competitivo, vaidoso — e por isso defende com ainda mais força um caminho mais humano. Um caminho onde pequenas ações (um conselho, um acolhimento, um gesto) mudam o rumo de alguém.
Talvez seja por isso que ela chegue com uma energia tão forte: a Amanda não está aqui só para “competir”. Ela está aqui para viver arte com propósito.
“Resistir também é arte.”
Essa frase é dela — e parece resumir tudo.
Resistir, para a Amanda, não é aguentar calada. É ter voz. É buscar espaço. É escolher o que quer construir, mesmo quando o mundo não facilita.
E quando ela fala “agora sim… bora dominar o mundo”, não é sobre vencer alguém. É sobre vencer limites. É sobre construir um mundo mais respeitoso, mais acolhedor, mais coletivo.
Team Amanda Sophia!
Se você quer viver essa experiência Evidence junto com ela:
CUPOM: TEAMAMANDA
Use no site e venha fazer parte da torcida.
E agora eu quero saber: o que você acha que mais move a Amanda — coragem, comunidade ou recomeço?
Comenta aqui embaixo.
