Bianca Curcio: quando a dança deixa de ser só técnica e vira casa
Algumas histórias começam por escolha.
Outras começam por necessidade — e acabam virando amor.
A da Bianca começa cedo, aos seis anos, quando a dança entrou na vida dela por um motivo que não tinha nada a ver com palco. O que era cuidado com o corpo virou encontro com algo muito maior: pertencimento, conexão e persistência.
Hoje, Bianca é uma das participantes do Evidence Lovers, e carrega no corpo uma trajetória que vai muito além de estilos ou títulos.
Onde tudo começou
Antes de pensar em carreira, festivais ou grandes decisões, a dança apareceu como atividade física. Entre esportes, tentativas e descobertas, foi no balé que Bianca deu os primeiros passos — ainda no baby class.
Com o tempo, o que era brincadeira virou compromisso. Vieram novas modalidades, novas experiências e um desejo constante de experimentar o movimento em diferentes formas. Jazz, jazz funk, teatro, dança urbana — Bianca nunca quis caber em um único lugar.
O estilo que falou mais alto
Foi no jazz que algo mudou.
Não apenas pela técnica, mas pela liberdade. Pelo espaço para sentir, expressar e existir no corpo do jeito que ele é. O jazz tocou onde a dança deixou de ser apenas execução e passou a ser linguagem.
E foi nesse caminho que surgiram encontros fundamentais — especialmente com quem acreditou nela antes mesmo que ela acreditasse em si.
Quando acreditar em si mesma não foi fácil
Nem toda trajetória é linear.
E nem todo espaço acolhe.
Bianca viveu de perto julgamentos duros ligados ao corpo, à estética e a padrões que machucam mais do que ensinam. Houve momentos de dúvida, de tristeza e de vontade de parar. Mas também houve algo que nunca desapareceu: a certeza silenciosa de que a dança ainda era o lugar dela — mesmo quando parecia que diziam o contrário.
Essa parte da história não define Bianca. Mas explica muito de quem ela é hoje.
A virada que devolveu o brilho
Mudar de ambiente muda tudo.
Ao encontrar um espaço onde o corpo é visto como potência — e não como erro — Bianca voltou a sonhar. A dança deixou de ser dor e voltou a ser casa. Vieram novos aprendizados, amadurecimento e uma relação mais gentil consigo mesma.
Nesse processo, Bianca também ampliou o olhar para além da dança, entendendo o corpo real, diverso e possível. E isso transformou não só a bailarina, mas a mulher.
Bianca no Evidence Lovers
Quando a mensagem de pré-seleção chegou, a reação foi incredulidade. Depois, alegria compartilhada com família, amigos e com quem sempre esteve ao lado.
Estar no Evidence Lovers representa mais do que participar de um reality. É ocupar um espaço que também é palco — com frio na barriga, expectativa e verdade.
Bianca chega pronta para viver intensamente cada prova, cada troca e cada encontro. E consciente de que ali, mais do que competir, todos estão contando histórias reais.
Team Bianca!
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Agora me conta nos comentários: o que você acha que mais define a Bianca — coragem, disciplina ou metamorfose?
