Helena Fonseca:
O movimento como abrigo
Helena nasceu em Carmo do Paranaíba (MG) e hoje mora em Patrocínio. Aos 23, ela carrega um tipo raro de presença: aquela que não precisa gritar para ser intensa.
A dança apareceu quase por acaso — mas ficou como quem encontra um lugar seguro para respirar. E, com o tempo, virou mais do que arte: virou direção.
A notificação que insistiu duas vezes
Tem coisas que parecem coincidência… até repetirem.
Helena viu o anúncio do Evidence Lovers, passou… e algumas horas depois a tia mandou de novo:
“Por que você não escreve? Você escreve tão bem. Conta sua história.”
E foi aí que tudo começou. Não como uma decisão planejada — mas como um empurrão carinhoso, desses que mudam a rota.
O vídeo que ela precisou criar do zero
Helena pensou em usar um vídeo antigo. Mas nada parecia “certo”. A iluminação não era boa. O formato não ajudava. O corpo já tinha mudado. E o que era “só para postar” não dizia tudo o que ela queria dizer.
No último dia, sem estúdio, em outra cidade, ela e a mãe entraram numa missão: achar um lugar bonito, iluminado, com espaço e chão que desse para dançar.
O resultado? Um vídeo feito na raça — e com a cara dela. (E tem um detalhe dessa gravação que muda tudo quando você escuta o podcast.)
Quando a dança vira lugar de pertencer
Helena fala da dança como quem fala de casa.
Não só porque virou profissão — mas porque em certos momentos foi o único lugar onde ela conseguia existir com leveza.
E é aqui que a história dela começa a ficar diferente: tem um “antes” e um “depois”.
E você sente isso quando ela conta, com honestidade, como a sala de aula virou refúgio — e como o corpo, às vezes, fala quando as palavras não dão conta.
Professora, coreógrafa… e extremamente detalhista
Helena começou a ensinar cedo — ainda bem nova — e levou isso a sério.
Hoje ela trabalha com formação de crianças e adolescentes, e tem uma obsessão bonita por evolução: ver a pirueta nascer, o equilíbrio chegar, a confiança aparecer.
Ela também coreografa — e o jeito que ela fala sobre figurino, luz e resultado no palco entrega uma coisa:
Helena não cria coreografia por criar. Ela cria com intenção.
“Movimento que salva” e a metamorfose inevitável
Tem uma frase que define a Helena dentro do Evidence Lovers: movimento que salva.
Mas o significado real dessa frase… ela guarda com uma profundidade que só aparece quando você ouve a conversa completa.
E quando perguntam sobre metamorfose, ela não romantiza:
Helena diz que mudar é inevitável. Às vezes lento. Às vezes contra a vontade. Mas sempre transformador.
Se você quer conhecer a Helena de verdade — não só a bailarina, mas a mente e a história — assiste o reality e ouve o episódio do podcast. Porque tem coisas que o texto não deve contar… só te convidar a descobrir.
Team Helena!
Se você quer fazer parte dessa torcida:
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Agora me conta nos comentários: o que você acha que mais define a Helena — coragem, disciplina ou metamorfose?
