Ballet e carreira: como uma bailarina chega ao Prix de Lausanne

Diego
9 de maio de 2018
0 90 views

Ser uma bailarina de sucesso, participar de grandes festivais nacionais e internacionais é o sonho de muitas estudantes. Mas para Isabella Bellotti, 16 anos, esse futuro já está sendo desenhado. No prestigiado Prix de Lausanne, a paulista relembra sua trajetória e compartilha essa experiência conosco diretamente da Suíça.

Também em terras suíças, o maior ballet do mundo chama-se Bolshoi e é uma grande referência para a dança. Clique aqui e veja a história desse fenômeno!

Isabella conheceu o ballet na escolinha que frequentava quando tinha apenas dois anos. Desde então, direciona seus esforços em prol de um único objetivo: se tornar bailarina profissional. Vencedora da seletiva no Uruguai, vem construindo sua carreira aos poucos e com muito esforço. “Além de muita dedicação e trabalho, abdiquei de festas, reuniões de família e lazer para chegar onde estou”, lembra.

Foi com uma rotina diária intensa de treinos, trabalho físico, preparo mental e emocional que ela conseguiu chegar até Lausanne. “Determinei o Prix como uma meta e me dediquei ao máximo para alcançar”, esclarece a aluna da escola Adriana Assaf. Mas a Suíça não é o único destino internacional que Isabella já esteve em nome da dança. Alemanha, Argentina e o próprio Uruguai foram países que visitou para participar de eventos similares. “Já participei de vários festivais nacionais e internacionais, mas, de tamanha importância, é o primeiro”, admite.

O ballet por trás do glamour

Conhecer o mundo fazendo o que mais ama pode parecer muito fácil, mas não é bem assim. Estar sozinha em um país diferente, com uma língua desconhecida, longe dos familiares e amigos, é também um desafio. Mesmo assim, a adolescente considera a experiência “importante para o amadurecimento de uma bailarina”.

Para exercer a profissão no Brasil, as bailarinas precisam de um documento conhecido como DRT. Veja mais informações clicando aqui.

Amadurecimento é, aliás, palavra de ordem para quem deseja seguir a profissão. É preciso lidar com desafios físicos e emocionais dia após dia. “Não nasci com facilidades físicas, precisei trabalhar muito para superar minhas dificuldades. Em relação ao emocional, acho que deve ser um trabalho constante na vida de um bailarino”.

Um passo atrás do outro

Ao final do concurso de ballet, Isabella pretende conseguir uma bolsa de estudos em outro país para seguir o sonho de se tornar uma renomada profissional. Ela dá a dica para quem deseja seguir os mesmos passos que ela: “O importante é não desistir nunca, pois sempre existirão momentos difíceis. Acreditar em si, determinar metas, trabalhar muito, ter humildade e buscar sempre se espelhar em grandes bailarinas são alguns caminhos para ir longe”, finaliza.

Gostaria de mais dicas sobre como seguir carreira no ballet? Clique aqui e veja mais detalhes!

 

Evidence - Minimal - Avatar