Royal Ballet: conheça a história e saiba como desenvolver o método

Quem pratica ballet, com certeza, já ouviu falar sobre o Royal Ballet. Afinal, essa é uma das maiores companhias de dança do mundo e que se tornou o sonho de muitas bailarinas. Surgida em Londres no ano de 1920, o método começou com Dame Ninette de Valois, mas contou com a participação de dançarinos de várias partes do mundo.

Aos poucos, o método ganhou características próprias, que ficaram conhecidas como o “estilo inglês”. Assim, os movimentos mais limpos e líricos deram origem a coreografias que marcam o Royal Ballet, que completou 100 anos no fim de 2020.

Portanto, é preciso esforço para entrar na companhia, que se tornou uma inspiração para muitos dançarinos ao redor do mundo. Por isso, veja como desenvolver os métodos e comece seu treinamento!

Uso dos braços como base de força

Mesmo que o ballet seja conhecido pelos movimentos delicados e leves, os braços são a base de força no método inglês. Nesse sentido, para fazer a execução correta dos passos de giro, equilíbrio, saltos e sustentação, os membros inferiores devem ser usados como o centro de força.

A técnica do Royal Ballet é dividida em Syllabus, na qual os movimentos são ensinados com leveza e calma. Entretanto, isso não quer dizer que a técnica é simples e fácil. É preciso um forte treinamento para desenvolver e alongar os músculos e as articulações, para que o corpo transmita emoções pelos gestos.

Divisão por níveis

A escola inglesa é democrática e recebe alunos que vão desde 2 até 60 anos. Assim, a divisão é feita por níveis de acordo com a idade.

  • a partir de 2 anos e meio: “Dance to Your Own Tune”, no qual as crianças são conduzidas por um professor em uma aula de apresentação sem notas;
  • a partir de 5 anos: níveis pré e primário;
  • mínimo de 11 anos: intermediate foundation;
  • a partir de 12 anos: intermediate;
  • 13 anos: advanced foundation;
  • 14 e 15 anos: advanced 1 e 2, respectivamente.

Para os solos, o Royal Ballet tem exigência mínima de 15 anos, pois os bailarinos são avaliados de acordo com o nível técnico desenvolvido. Além disso, as etapas seguem requisitos básicos para avançar de uma para outra.

Passar de um nível para outro tem condições estabelecidas, como as notas em cada nível. Para passar, é necessário ter um aproveitamento mínimo de 75%. Assim, as notas são classificadas em: pass (40% a 54%), merit (55% a 74%) e distiction (75% a 100%).

Sincronia dos corpos

A fluidez e a elegância nos movimentos também fazem parte do método inglês. Para que isso seja possível, o curso se separa em 3 partes, que são definidas como clássico, caráter e movimento livre. A partir dessa separação, o objetivo é que os alunos consigam desenvolver sensações, ritmos e estilos variados.

As sequências rápidas — que, às vezes, parecem apenas um movimento — e os passos rápidos exigem que os corpos estejam em sincronia. Por isso, o aprendizado no Royal Ballet conta com bailarinos de sucesso, entre eles estão brasileiros, como Mayara Magri e Thiago Soares.

Gostou de saber mais sobre a escola inglesa? Então, aproveite e também conheça as melhores escolas de ballet do mundo!

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